quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

 

                                                           O presente desejado

Na época natalícia é tradição a oferenda de presentes e esta família que se encontra estável economicamente não é diferente. Nesta família, havia um rapaz chamado Rafa. O Rafa não era um rapaz como os outros, pois, ele não queria como prenda um telemóvel ou um computador (…). Ele queira encontrar o amor da sua vida. O Rafa é um rapaz alto, olhos azuis como o oceano, cabelo loiro como o sol e fisicamente tem boa figura.

Num dia chuvoso, tempestuoso e frio, ele estava a voltar da padaria, até que, encontra uma rapariga a dançar sozinha na chuva. Ele ficou encantado com o que viu. Aproximou-se e conversou com a rapariga. No fim da conversa, combinaram encontrarem-se no dia seguinte, quando já estava a adormecer sussurrou para si mesmo o rapaz:

-Nunca senti algo assim! Mas ela é um pouco estranha por não ter família, mas se não tem família como está tao limpa e com roupas novas? Tenho que dormir que já se faz tarde.

  O rapaz decidiu falar com a família sobre a rapariga; contudo, a família não aceitou bem a ideia de eles saírem ou até mesmo namorarem, pois, pensavam que ela podia ser uma ameaça, causadora de desequilíbrios. O rapaz saiu socapa e a família só reparou horas depois, mas decide não fazer nada.

Os dois passeavam na margem do rio Douro, enquanto se conheciam melhor. Sentaram-se, conversaram mais um pouco até que se abraçaram. O Rafa pergunta para si mesmo:

-Eu gosto dela, mas como vou fazer para que a minha família a possa aceitar?

  O rapaz decide apresentá-la no dia vinte cinco, pois, a       família sabia que o rapaz queria como prenda encontrar o amor da sua vida. Chegou o dia, bateu a porta e reparou que a porta estava aberta, entrou e pareceu que a casa estava vazia. O Rafa deslocou-se para a sala até que a família aparece a dizer:

-Felicidades!

O rapaz emociona-se e beija a rapariga. Ele sussurrou para si mesmo:

- Milagre de Natal! Aconteceu mesmo!

Os anos passaram, e viveram felizes para sempre.                

                                                                                             Leonardo, N:12 ,Turma:8B

 

Um rico milagre 

 

 No Norte de Portugal, vivia uma família sustentada pelo pai, que era padeiro. Este homem trabalhava com a família muito mas conseguia conciliar o trabalho com as restantes atividades, não vivia com dificuldades, sentia-se seguro e estável financeiramente.

 A casa desta família era modesta, com quatro quartos um para os pais, um para o filho, um para a filha e um para visitas, a sala era grande com um sofá, com espaço para as quatro pessoas da família, na parede estava pendurado um quadro pintado por um artista de rua, à frente do sofá encontrava-se uma pequena mesa com uma televisão em cima e ao lado da mesinha, estava o pinheiro decorado com as bolas típicas de Natal e as luzes e uma estrela no topo da árvore. A cozinha era funcional com um fogão a gás e um fogão a lenha, as facas, os garfos, as colheres e tesouras de cortar carnes e peixes estavam organizados numa gaveta e a mesa de jantar encontrava-se situada mesmo no centro da cozinha. O jardim era colorido, as árvores eram adultas e, mesmo sendo inverno, eram verdes e tinham flor.

 O padeiro era um homem alto, atlético e de uma personalidade forte, trabalhava mais no Natal devido à tradição do bolo-rei. Em certo dia de dezembro, chegou a casa do padeiro uma carta do hospital que diagnosticava uma doença rara à sua mulher, com o preço do tratamento à doença, as poupanças da família seriam extintas. O padeiro decidiu pensar em pagar o tratamento no próximo dia, o que o levou a ficar muito agitado e nervoso, devido a este nervosismo, o padeiro deixou um forno ligado com a porta aberta e a padaria foi consumida por um incêndio. O pobre homem, foi ao hospital pagar o tratamento da mulher e, depois disto, sentiu-se envergonhado porque tinha destruído o ganha-pão da família.

 Passaram alguns dias, o padeiro ainda andava pelas ruas, mas em dia de Véspera de Natal, um homem bem vestido e de boa aparência veio ao seu encontro e perguntou-lhe porque estava ali e o padeiro contou-lhe o que lhe tinha sucedido. O homem revelou-se abastado e homem de negócios, passou-lhe um cheque e deu-lhe uma morada de um armazém onde podia recomeçar o seu negócio e só lhe pediu 5% dos lucros de um ano. O padeiro agradecido voltou a casa ainda a tempo da ceia de Natal, deu boa nova à família e estes festejaram o milagre.

João Malheiro, nº9 8ºB

 

                                                  Uma surpresa muito especial

Uma semana antes do Natal, o Gonçalo estava com os seus amigos, como habitualmente.

         O Gonçalo era um rapaz alto, magro, tinha os olhos verdes, o cabelo castanho e encaracolado, costumava usar roupas largas e o que mais gostava de fazer era andar de skate.

         Ele estava muito feliz porque o seu pai, que trabalhava no estrangeiro, ia chegar naquele dia. Ele foi para casa mais cedo, pois queria estar presente quando o seu pai chegasse.

         Já era tarde quando o Gonçalo recebeu uma chamada do pai. Infelizmente, as notícias não eram boas! O voo do seu pai tinha sido cancelado porque havia uma tempestade e não sabiam se ia melhorar.

         O Gonçalo ficou muito triste! Mas o Natal não podia ser cancelado, por isso, o rapaz e a mãe decoraram a casa, montaram o pinheirinho e ficou tudo lindo!

         Até à véspera de Natal, o Gonçalo estava sempre à espera de receber a notícia que o seu pai ia chegar, mas não a recebeu.

         No dia vinte e quatro, ele já tinha desistido! O seu pai não ia estar com ele no Natal! Quando acordou no dia seguinte, o Gonçalo ia começar a abrir os presentes quando a campainha tocou. O Gonçalo foi a correr abrir a porta e ficou muito feliz quando viu o seu pai. O Gonçalo foi logo abracá-lo!

         Ele adorou esse Natal e ficou muito contente por poder passá-lo com a sua família.

 


 

Luísa Azevedo

8.ºA n.º1

 

Um conto de natal

 

Na noite de ceia de natal, uma família pobre tinha uma filha que adorava o Natal. Era uma pequena menina loira com olhos azuis como o mar. Os pais não tinham dinheiro, mas com grande esforço conseguiram comprar comida para a ceia de natal e também conseguiram comprar um pequeno pinheiro de natal e poucos enfeites.

Viviam numa pequena casa com chão de madeira velha que fazia muito barulho, com uma lareira e as janelas tinham bastantes fendas.

Nessa noite, depois de montar o pinheiro, foram dar uma volta pela aldeia para ver a decoração das outras casas. Passou algum tempo, lembraram-se que tinham deixado a lareira acesa. Começaram a correr em direção a casa, quando chegaram à casa, viram tudo destruído e pessoas e bombeiros a ajudar a apagar.

Nessa altura, o mundo desabou por completo para eles. Perderam tudo, o pinheiro, os enfeites, a comida, a casa, tudo.

A casa parecia as cinzas de papéis depois de serem queimados. Todas as pessoas voltaram para casa, exceto um homem alto, bem vestido que lhes disse para irem passar o Natal com ele e a sua família. No início os três não queriam aceitar, pois estariam a incomodá-los ,mas o homem continuou a insistir até  que aceitarem a proposta.          

 Foram para a casa do homem e a família acolheu-os como já se conhecessem há muito tempo.

Em cima da mesa estava um delicioso manjar com iguarias muito apetitosas. Depois o repasto, ofereceram-lhes estadia, até que a sua casa fosse construída.A família sabia que não iria acontecer, porque não tinham dinheiro. O homem e a sua família decidiram angariar dinheiro e bens essenciais.

Andaram pela aldeia, de casa em casa a recolher tudo e no final das contas recolheram tanto dinheiro e tantos bens que deu para construir uma casa boa, feita de pedra com janelas grandes sem fendas, um chão que não fazia barulho e uma lareira grande que aquecia o espaço e enternecia o espírito.

A partir desse dia a família passou a celebrar o Natal mais alegremente e lembrando-se desse dia.

 

Matilde Silva

8ºB

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

 

A INTERNET : vantagens e desvantagens

A Internet está a tornar-se uma das principais fontes de entretenimento dos jovens atuais. Os meios telemáticos têm aspetos positivos e aspetos negativos.

Em primeiro lugar, tem aspetos negativos como o cyberbullying. O cyberbullying consiste na utilização de falsos perfis, por parte de alguns cibernautas, para posterior manipulação dos seus interlocutores. De facto, existem inúmeros jovens e adultos que se deixam enlear nesta teia. Ao passar a maior parte do tempo em frente aos ecrãs, as pessoas e principalmente os jovens habilitam-se a prejudicar a acuidade visual, também podem desenvolver problemas físicos como a obesidade, entre outros.

Em segundo lugar, podemos salientar aspetos positivos como: o acesso rápido a todo tipo de informação; destaca-se, ainda, a comunicação mais célere, contribuindo para aproximar pessoas com quem temos laços afetivos e que se encontram distantes. Saliento, também, a possibilidade que constitui como forma de entretenimento.

    Para concluir, a Internet tem aspetos positivos e negativos, mas, na minha opinião, os jovens deveriam socializar mais em vez de passarem tanto tempo em frente aos ecrãs.

 

Carolina Amorim nº4 8ºA

terça-feira, 17 de novembro de 2020

                                                 O uso da Internet

 

       Na minha opinião, a internet é usada recorrentemente por quase todos os cidadãos, sobretudo aqueles que têm acesso à rede e um equipamento tecnológico disponível. Este meio tecnológico apresenta vantagens e desvantagens para o quotidiano dos cibernautas.

       Em primeiro lugar, eu considero que a internet é um meio que nós temos de usar com muita ponderação e cuidado, já que não sabemos quem está do outro lado a interagir connosco, especialmente nas redes sociais. Por exemplo, é frequente a utilização, por partes de alguns cibernautas, de perfis falsos para manipular sexualmente outras pessoas, fazendo-se passar por quem não são.

       Em segundo lugar, os jovens estão a ficar cada vez mais viciados e dependentes, o que pode contribuir para que fiquem com problemas de isolamento social, de visão e também desenvolverem a obesidade, devido a adotarem uma vida demasiado sedentária.

        Além disso, a comunicação intermediada por artefactos eletrónicos também apresenta vantagens na medida em que nos permite aceder a conteúdos de qualidade, nomeadamente, os que são relativos a diversas disciplinas e informativos, em qualquer lugar, serve, ainda, para podermos comunicar com pessoas amigas e familiares que estão distantes de nós.

        Por fim, o acesso à rede, embora traga vantagens significativas para o nosso dia a dia, deve ser utilizado com muito cuidado, evitando exposições desnecessárias que nos podem prejudicar gravemente.

 

 

                                                                                              José Miguel Malheiro/ 8ºC / Nº 7

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

 

                                                        A poluição

            Na minha opinião, o ambiente está a ser, cada vez mais, destruído, não há um dia em que não exista destruição do meio ambiente.

            Em primeiro lugar, a generalidade das pessoas não querem saber do ambiente e deitam todo o tipo de lixo para o chão: máscaras, garrafas de plástico, plástico indiferenciado, cartão (…) todo o tipo de coisas. Parte desse lixo acaba por desaguar no mar, prejudicando a vida marítima.

Em segundo lugar, é verdade que com o confinamento a poluição abrandou, mas isso não chega para melhorar o ambiente. Todos os dias são cortadas árvores, existem incêndios e vários animais morrem com a poluição, tendo fortes implicações na destruição da biodiversidade. O meio tem de ser preservado para bem de todos, se isto continuar assim, o ambiente vai ser completamente destruído e as gerações futuras não terão natureza, a qualidade do ar ficará cada vez pior e poderá tornar-se irrespirável. Por exemplo, na semana passada, fui passear com os meus pais e vi pelo menos dez máscaras e outros detritos perto da autoestrada, no chão. Para além  do impacto visual negativo, da degradação do ambiente, revela a ausência de espírito cívico e de cidadania por parte de quem lançou aquelas máscaras e aqueles artefactos na berma da estrada.

Além disso, o Homem tem de optar por energias limpas, amigas do ambiente, substituindo os combustíveis fósseis nas indústrias e nos meios de transporte.

            Concluindo, nós não devemos, nem podemos, atirar lixo para o chão, porque esse lixo vai todo parar ao mar e vários peixes, orcas, tartarugas e outros animais morrem com a poluição marítima. E se continuarmos a poluir vamos todos continuar a ter de usar máscara mesmo se o coronavírus desaparecer, porque não vamos conseguir respirar o ar por causa da poluição atmosférica.

 



                                                              Caetana Mimoso, n.º3, 8.ºA